quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

Em Aracaju, professora cria roupa especial que ajuda na inclusão de aluno com paralisia cerebral


Educar é muito mais do que ensinar, efetivamente. Educar é acolher as pessoas com amor, compreensão e generosidade! E é exatamente isso que esta professora fez em Aracaju. Ela dá aula na Escola Municipal de Ensino Fundamental Emef Papa João Paulo II, localizada no bairro Santa Maria e foi lá que conheceu João Mateus, de 5 anos.

João tem paralisia cerebral e o sonho de sua mãe, Itamara Santana Santos é de que ele cresça forte, consiga evoluir e se comunicar com as outras crianças de sua idade. Que sorte ela teve de encontrar Loide Silva Aragão, a professora de seu filho!

Loide teve a ideia brilhante de fazer um macacão, que ajudasse o garoto no desenvolvimento das atividades na escola. Ela trabalha há 10 anos na escola e disse que o caso de João é o mais complicado que já encontrou em sua trajetória profissional, mas que isso não a fez desistir em nenhum momento, muito pelo contrário!

Ela passou meses pesquisando qual seria a melhor solução e contou com a ajuda da costureira Maria Margarida e da fisioterapeuta Daisy Santos. Daisy disse que costura há mais de 30 anos, mas que este macacão foi a peça de roupa mais especial que já fez até hoje!

Através do macacão, João pode se locomover, interagir com as outras crianças e isso acaba refletindo em seu próprio aprendizado e em sua vida social. Ele é muito mais do que uma peça de roupa! A mãe do garoto não sabe como agradecer: “Nossa felicidade é imensa. Nem sei como agradecer a todos. A professora é um anjo que Deus colocou em nossas vidas. Ela pagou todos os custos e ainda deu o macacão. A gente vai poder levar para casa e isso vai nos ajudar muito. A costureira e a fisioterapeuta também se dedicaram bastante. Nós fomos guiados para matricular o João aqui nessa escola, onde ele foi acolhido tão bem”!



Matéria extraída de Razões para Acreditar
Com informações de Aracaju
Fotos: Marco Vieira

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

Professora faz lindo depoimento sobre sua experiência com aluno autista que passou no vestibular


De todas as coisas essenciais para que qualquer ser humano cresça acreditando nele mesmo e no seu potencial, a mais importante é o amor! E esse amor pode vir tanto da família, quanto de pessoas que marcam a nossa formação, como por exemplo, um professor. E esse depoimento fala exatamente disso! Quem escreveu esse depoimento foi Joana Vieira e ela conta como foi conviver e educar um aluno autista, chamado Caio Felipe.

No início, ela diz, que não sabia muito o que fazer, mas que quando perguntou a ele o que ele queria prestar no vestibular, ele respondeu que queria ser calouro. Na hora ela fez um trato com ele e disse que se era isso que ele queria, era isso que iria acontecer.

Os anos passaram e Caio passou no vestibular! Ele se inscreveu em 3 universidades e passou em todas. Os pais preferiram que ele estudasse em uma faculdade privada, pois assim ele teria um tratamento mais diferenciado e ele acabou optando por estudar Farmácia. Daniela diz que, nenhum filho, autista ou não, consegue ser grande se não tiver o apoio da família e isso Caio teve o tempo inteiro, pois seus pais sempre acreditaram nele.

No fim do depoimento, ela agradece também os donos da escola em que ela deu aula para Caio, que sempre foram humanos e acreditaram em uma educação compreensiva e com amor. Quer ler o depoimento completo?

 

A primeira vez que eu vi o Caio foi em sala de aula. Era o primeiro dia de convênio no Colégio Avante e eu seria a sua professora de redação. Vi que ele estava fora da fila indiana e pedi para pôr a carteira no lugar: “Você pode colocar a carteira na fila, por favor?!”. Ele me olhou sem graça e me chamou para perto. “Eu sou autista!”. Falou rápido ao meu ouvido. Eu olhei para a moça ao lado e ela me explicou: “Sou a acompanhante dele, professora. Ele é autista!”. Eu respirei fundo e olhei para ele sorrindo: “Quer fazer o quê no vestibular?”. “Quero ser calouro!”. “É?”. “É!”. “Então você será?”. Ele não tem a mesma reação que todo mundo mas exitou quando eu dei a mão para que ele batesse: “Bate aqui!”. E ele bateu forte. “Temos um trato. Ouviu, turma? Eu e ele temos um trato, ele será calouro!”. Todos balançaram a cabeça em sinal de positivo.

Eu não sabia lidar com alunos autistas até conhecer o Caio Felipe. Fiquei pensativa naquela tarde quando cheguei em casa. Lembrei do aluno down que tive lá em Santa Izabel e como eu consegui fazê-lo escrever e ganhar motivação. Li algumas coisas sobre autismo, Asparger, conversei com a coordenação e com a professora que o acompanhava em sala e aceitei o desafio. Primeiro, foi preciso ganhar a confiança dele. Fazê-lo gostar e confiar em mim. Essa parte até que foi fácil. Depois de uns meses ele levantava da carteira para bater na minha mão da mesma forma como fez na primeira vez. “Temos um trato!”, dizia. Eu ria e respondia: “Não esqueci, pode deixar!”. Ele é um garoto especial (especial no melhor sentido dessa palavra). Ouvia o que eu dizia com atenção e, apesar da dificuldade, foi superando os seus obstáculos. Os autistas têm aptidão a atitudes repetitivas e eu usava isso ao meu favor: “Refaz esse texto para mim que eu vou ficar muito feliz!”. Ele não se incomodava. Nunca se incomodou. “Tenta escrever mais uma vez isso aqui!”. Ele obedecida. Na segunda avaliação, a nota dele já era melhor que a de muitos alunos da sala. Eu entregava e ele vinha à mesa todo sorridente: “Temos um trato!”, batendo na minha mão. Seis meses e ele se comunicava muito bem comigo. Me chamava pelo nome e dizia que tinha refeito o texto. Oito meses e ele já alcançava nota 760. Vésperas do vestibular e ele já havia alcançado os 820.

Se inscreveu em três universidades privadas e passou em todas. Foi aprovado em Jornalismo, na Unama, Biomedicina, na Fibra e Farmácia, no Cesupa. Escolheu cursar Farmácia e está super feliz. Nos encontramos na festa dos calouros e ele me abraçou forte como quem estivesse grato. Ele não tem a mesma expressão que os outros alunos, não formula as mesmas frases e talvez não saiba dizer o que sente, mas não importa. Aquele abraço, aquele laço verde na cabeça, aquela cabeça suja de trigo e ovo, aquela plaquinha de aprovação e a palavra “calouro” escrita na bluda e na testa são a prova mais linda de que ele cumpriu o trato que fez comigo desde o primeiro dia quando nos vimos pela primeira vez. É calouro!

A família do Caio preferiu inscrevê-lo nas universidades privadas porque ele precisa de um apoio diferenciado, mas esse menino é um exemplo e eu estou muito orgulhosa do seu desempenho, da sua história. Será farmacêutico porque tem o apoio dos pais que, sobretudo, confiam e acreditam nele. Nenhum filho, autista ou não, será grande se não tiver o apoio da família. É de suma importância o acompanhamento. Amar é a melhor forma de dizer que confia. O amor vence todas as barreiras. Não neguem aos seus filhos o direito de sonhar, independente, das limitações ou qualquer outra coisa. Nossos filhos precisam se sentir amados e protegidos. Se confiarem em nós vão longe e serão capazes de ganhar o mundo. Se seu filho é autista, lute por ele também. Incentive. Persista nos seus sonhos. Faça-o acreditar. Mostre que está ao seu lado e que aposta nos seus projetos.

A vitória do Caio não é minha nem dele exclusivamente. É dos pais, da coordenação,da escola que tratou esse menino com respeito e acreditou nele junto com a família. Essa luta é também da Paula, a professora que o acompanhava nas aulas, ela foi fundamental e necessária para que chegássemos aqui. Agradeço ao Avante por ter me dado a chance de viver essa história. Parabenizo o Fábio e a Thaís que são os donos da escola por respeitarem as leis e serem humanos ao receberem alunos autistas, cadeirantes, cegos, surdos, down…dando a eles condições de superarem as dificuldades. Uma escola mais inclusiva torna o mundo mais inclusivo também. Muito obrigada por tudo, Caio!

Trato feito. Trato cumprido.

Eu te amo!

Essa é a postagem original de Joana:



Fotos: reprodução Facebook Joana Vieira
Fonte: Razões para Acreditar

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

Lutador do ensino médio com Síndrome de Down termina ano invicto

A última vitória de Cedrick Lehky arrancou aplausos até da torcida adversária



Cedrick Lehky é uma das estrelas da equipe de luta livre do seu colégio. O lutador com Síndrome de Down fechou sua última temporada de maneira invicta.

Cedric foi chamado para participar da equipe de luta livre do North Royalton Middle School, em Ohio (EUA), quando estava no 8º ano do ensino médio. Desde que começou a treinar e competir, ele recebe o mesmo tratamento que os colegas.

“Se nós corremos, ele corre. Se fazemos flexões, ele faz flexões. Se fazemos abdominais, ele faz abdominais. É tudo a mesma coisa, pois tentamos dizer que ele é um lutador, e quando ele está aqui, ele é apenas um lutador. Seu nome é ‘Ced’”, disse o treinador Sean Folk.

Mesmo assim, Cedric continua sendo uma inspiração para seus colegas, ainda mais quando os resultados bons não vêm. Inclusive, muitos colegas dizem que eles não seriam uma equipe completa sem Cedric.

A última luta de Cedric foi no dia 12 de janeiro e, como nas outras lutas da temporada, ele saiu vitorioso. A vitória arrancou aplausos até da torcida adversária.

Jeanette Brinkley, mãe de Cedric, disse que as conquistas do filho também dão esperança a outros pais que têm filhos com necessidades especiais.  “Ele faz tudo o que os outros fariam e eu nunca tive expectativas que [não foram] superadas, e isso é incrível.”

Fonte: Razões para Acreditar Com informações do GNN Imagens: FOX8

sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

Alerta aos pais: nem todo psicólogo tem capacitação para cuidar do seu filho com autismo

Alerta: nem todo psicólogo é capacitado para cuidar de criança autista

É de conhecimento geral da população que um médico cardiologista, oftalmologista, ginecologista, ou de qualquer outra especialidade tenha formação nas áreas de atuação. Não basta ele apenas ser médico, precisa de uma pós-graduação, se aprofundar na técnica, teoria para depois buscar experiência na prática, para então, estar apto a atender na especialidade.

Você sabia que na psicologia funciona da mesma forma? Todo o profissional que deseja tratar de crianças autistas e aplicar a terapia chamada ABA (Análise do Comportamento Aplicada), deve passar por um curso de especialização, após a formação acadêmica na área.

Se estivéssemos diante de um conselho médico e fosse relatado que um paciente passou por uma cirurgia cardíaca realizada por um clínico geral a comoção, sem dúvida, seria generalizada. Na Psicologia, entretanto, isso tem se tornado comum e, o que é mais grave, com pacientes altamente vulneráveis e que necessitam do tratamento correto e intensivo para que possam ter um melhor prognóstico no futuro.

Infelizmente muitos profissionais de psicologia não seguem o importante pré-requisito e têm oferecido o tratamento em ABA, sem ao menos ter o conhecimento profundo na área. Motivo para os pais ficarem atentos. Afinal, entregam o bem mais preciso que são os filhos, para serem tratados da melhor maneira por um profissional capacitado.

Tratamento para autismo indicado pela OMS

TEA (Transtorno do Espectro do Autismo Atualmente, tem crescido no país o número de casos de crianças e adolescentes diagnosticados com TEA (Transtorno do Espectro do Autismo). Por consequência, muitos pais têm procurado o tratamento a seus filhos e, muitas vezes, buscado judicialmente que o Estado ou planos de saúde custeiem o tratamento em ABA, prescrito pelo médico. Com a demanda crescente para Analistas do Comportamento Aplicados ao campo do Autismo, e a ampla oferta de psicólogos no mercado, cada vez mais, profissionais que não possuem qualquer titulação de pós-graduação ou experiência comprovada de atuação sob supervisão em Análise do Comportamento Aplicada, atuam com ABA ao autismo.

“ABA é uma Ciência aplicada do comportamento que pode ser utilizada para trazer soluções de problemas a fenômenos de relevância social, entre eles, o autismo. O clássico livro americano “Applied Behavior Analysis” de Cooper, Haron e Heward (2007), descreve cerca de 95 habilidades necessárias para a prática de tal profissional. Tais habilidades vão desde a realização de uma análise funcional apurada, passando por procedimentos de ensino e de mudança de comportamentos, até a forma de registro e avaliação de resultados. Portanto, o aprendizado de uma ciência além de complexo, tem de ser contínuo. A quem deseja atuar em uma ciência natural que se propõe a predizer comportamento e desenvolver repertórios comportamentais, cabe o enfrentamento de anos de estudo e dedicação que nunca devem se exaurir. Além disso, a atuação de modo competente é também resultado da experiência do profissional sob supervisão de um analista do comportamento experiente e esse quesito deve, também, ser considerado”, afirma a especialista em neuropsicologia e Analista do Comportamento Aplicada ao Autismo do Grupo Conduzir, Renata Michel.

Nos Estados Unidos, país com maior número de analistas do comportamento do mundo, foi criado há cerca de 30 anos a certificação denominada BCBA (Behavior Analyst Certification Board). Para obter esse certificado é exigido mestrado, horas de experiência (cerca de 1500), e, ao final, aprovação em um exame. O título do BCBA é reconhecido internacionalmente e tais critérios evidenciam a especificidade de conhecimentos necessários ao Analista do Comportamento. A adoção de um critério similar na realidade do nosso país faz-se cada vez mais necessária.

O que dizem os especialistas

Tendo isso em vista, associações como a ACBr (Associação Brasileira de Análise do Comportamento) e o LAHMIEI (Laboratório de Aprendizagem Humana), inserido na estrutura administrativa do Departamento de Psicologia da UFSCar (Universidade Federal de São Carlos) recomendam na procura do Analista do Comportamento o nível de pós-graduação, o que pode mais claramente atestar sua qualificação profissional para atuação.

“Como se trata de uma ciência, com produção de conhecimento ininterrupta, é também necessário que o Analista de Comportamento se mantenha constantemente atualizado. A Análise de Comportamento Aplicada (ABA) é a base para os tratamentos mais indicados para o TEA, segundo a Organização Mundial de Saúde. As mudanças recorrentes no campo da Educação Especial, principalmente a partir da década de 90, através das políticas de inclusão, deveriam fazer com que todos os profissionais refletissem sobre suas práticas e buscassem capacitação. É condição Sine Qua Non que os governos apoiem tais profissionais e auxiliem e oportunizem essas capacitações, pois não existe inclusão sem especialização”, afirma a Profa. Dra. Giovana Escobal, vice-coordenadora do Instituto LAHMIEI, da UFSCar.

Celso Goyos, cordenador do Instituto LAHMIEI, da UFSCar, afirma: “O melhor tratamento para o TEA, baseado em ABA, implica em início precoce, duração mínima de dois anos, intensidade de 30 a 40 horas por semana, e supervisão de um analista de comportamento capacitado e experiente. O tratamento é altamente complexo e exige uma integração dos recursos, envolvendo aplicadores (técnicos e profissionais da área da saúde ou educação), escolas e pais, e exige a supervisão capacitada e experiente”.

Tratamento na prática - caso mãe Rosane

Rosane Cardoso Lacerda, administradora de empresas, tem um filho de 4 anos, que é tratado pela abordagem ABA há um ano. Ela comenta que chegou a procurar por tratamento em vários locais, que diziam ter a especialização na área, mas que na verdade não possuíam habilitação. Ela decidiu, então, pesquisar a fundo, exigir comprovação até encontrar o lugar ideal para o tratamento do filho: “O progresso no meu filho só se deu após ingressarmos no tratamento correto, em um local verdadeiramente especializado em ABA. Após isso, a evolução foi notória, tanto na postura dele, quanto na linguagem. Sem contar que ele adora as terapeutas, já criou um vínculo e afinidade por todo o carinho dedicado a ele ao longo do tempo.”

Por isso é importante que os pais estejam atentos. Procure apenas profissionais que tenham a especialização ou supervisão e um especialista em ABA. Dessa maneira, a evolução no tratamento da criança com TEA pode ser realmente vista nos resultados apresentados.

Fonte: TarobaNews

quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

Fonoaudióloga aposta em games educativos para o tratamento de crianças com deficiências


Foi durante pesquisas para inovações para o consultório que a psicóloga Geórgia Pereira Nejaim conheceu a PlayTable, mesa digital interativa e multidisciplinar criada pela startup da área de negócios de impacto social, Playmove. Com games educativos que auxiliam a coordenação motora e psíquica, o produto já faz sucesso no país, em escolas, consultórios e ambientes comerciais: está em cerca de 800 instituições, atingindo mais de 300 mil crianças.

Através da ludopedagogia, que alia o brincar e a aprendizagem, ela trata pacientes como o Enzo Negreiros Pereira de Magalhães, 9 anos. Com diagnóstico de paralisia cerebral, ele encontrava bastante dificuldade na execução de movimentos ligados à coordenação motora fina, como pinça ou apreensão de objetos pequenos. “Dentre vários jogos usados na terapia, ele vem demonstrando excelentes resultados na alfabetização, com o uso do Papa Letras. Na atividade ele precisa arrastar as letras faltantes para formar/completar as palavras. Estamos obtendo excelentes resultados. Através de ferramentas lúdicas e divertidas, ele vem se superando, com melhora dos movimentos e aprimoramento dos aspectos que envolvem atenção, concentração e memória.” explica Geórgia.

“A cada dia vivemos mais inseridos no mundo digital e os pacientes sempre se sentem mais engajados quando optamos por oferecer terapia que contemple tal avanço. A fonoaudiologia é uma ciência muito vasta e ampla, que dá suporte do recém-nascido ao idoso. A PlayTable complementa as sessões trabalhando aspectos de coordenação motora, memória, noções espaciais, imaginação, criatividade, cálculos, aquisição fonêmica e principalmente, propiciando maior interação e trocas dialógicas”, avalia Geórgia, que hoje conta com 21 jogos do portfólio do produto disponibilizada em seu consultório.

Para a fonoaudióloga, a motivação que a tecnologia aliada ao universo lúdico traz, garante que os pacientes se sintam mais acolhidos nas consultas. “Tenho paciente que fica eufórico para entrar em terapia. É maravilhoso ver o avanço de cada pessoa, desde a criança aprendendo as primeiras palavras, ao idoso buscando resgatar as que perdeu”, ressalta.

Fotos: divulgação
Fonte: razoesparaacreditar.com