quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

Deficiência intelectual: 10 sinais para ajudar você a identificá-la

greenme.com.br

Deficiência Intelectual

A Deficiência Intelectual, segundo a Associação Americana sobre Deficiência Intelectual do Desenvolvimento AAIDD, é caracterizada por um funcionamento intelectual inferior à media (o chamado QI), o qual é associado a limitações adaptativas em pelo menos duas áreas de habilidades, dentre elas: comunicação, autocuidado, vida no lar, adaptação social, saúde e segurança, uso de recursos da comunidade, determinação, funções acadêmicas, lazer e trabalho). Em geral, essas limitações se manifestam antes dos 18 anos de idade.

No dia a dia, como a Deficiência Intelectual se manifesta?


A pessoa com Deficiência Intelectual tem dificuldades para aprender, entender e realizar atividades que são comuns e rotineiras para a maioria das pessoas. O transtorno é, em geral, resultado de uma alteração no desempenho cerebral provocada por diferentes fatores: genéticos, distúrbios na gestação, problemas no parto ou na vida após o nascimento.

Os pesquisadores que investigam a Deficiência Intelectual convivem com um grande desafio, que é a não relação dos casos estudados com causas conhecidas, o que dificulta saber qual é a origem da doença.

Em relação ao comportamento das crianças, é muito comum elas não se interessarem por nada, terem medos, o que demanda muita atenção e afeto dos pais. A criança diagnosticada com Deficiência Intelectual precisa ser atendida por uma equipe multidisciplinar, constituída de profissionais das áreas de pediatria, fonoaudiologia, assistência social, psicologia, pedagogia, entre outras.

Fique atento aos sintomas abaixo para que você tenha condições de ajudar algum familiar que possa ter Deficiência Intelectual a tempo de receber um tratamento adequado. Aliás, quanto antes o transtorno for diagnosticado, maiores são as chances de a criança (e o adulto) ter mais qualidade de vida.

1. Atraso no desenvolvimento
Crianças com problemas de desenvolvimento em alguma habilidade costuma ser sinal de que algo não vai bem. Esteja atento aos sinais da criança e consulte o pediatra dela, a fim de receber uma primeira orientação adequada.

2. Falta de interesse
A curiosidade é um traço comum na infância. Crianças que não se envolvem com nada e ficam alheias ao ambiente precisam de uma avaliação.

3. Isolamento familiar
É natural que as crianças saiam das asas dos pais por alguns momentos, até mesmo por sua curiosidade natural de descobrir o mundo. Entretanto, quando esse afastamento é intenso ou repentino, sem motivo aparente, é preciso averiguar o que está acontecendo, porque pode ser um sinal de depressão, de sofrimento emocional ou psíquico.

4. Problemas de aprendizado
Se, ao final da educação infantil, a criança apresenta limitações de aprendizado, como para a alfabetização e para a matemática, consulte profissionais da área. Alguns sintomas comuns são:
- Confusão no uso de palavras que indicam direção (dentro, fora, em cima/embaixo, direita/esquerda)
- Dificuldade de coordenação motora grossa (tropeça, colide com objetos, cai muito)
- Dificuldade de coordenação motora fina (não pega corretamente o lápis, não sabe usar a tesoura)
- Dificuldade para reconhecer cores, números e letras
- Dificuldade de associar letras a sons
- Dificuldade com sequências (1,2,3...)
- Dificuldade para contar
- Dificuldade para memorizar fatos numéricos (quantos anos tem)
- Dificuldade para aprender cantigas infantis com rimas
- Frases ditas de maneira confusa, com erro de pronúncia das palavras

5. Queixas somáticas
Se a criança começar a se queixar muito de dores de estômago, ouvido, garganta, vale consultar um médico, porque a causa pode ser emocional.

6. Medo excessivo
Toda criança tem medo, afinal, ela está em um processo de descoberta do mundo. Por isso, nessa fase, o medo é normal. Mas, se o medo começa a ser uma constante e interfere no aprendizado, diversão ou em outras atividades é importante investigar.

7. Irritabilidade/nervosismo
É parte do crescimento aprender a controlar as emoções e os impulsos. Quando a irritabilidade machuca outros, causa problemas escolares e familiares é necessário buscar ajuda, antes que o problema se agrave.

8. Alteração de apetite
Quando ocorre mudança no padrão alimentar de forma súbita e radical (tanto para menos quanto para mais), pode ser sinal de problemas físicos ou emocionais.

9. Regressão de habilidades adquiridas
As habilidades principais como leitura, escrita, linguagem, aritmética, empilhar blocos ou até andar de bicicleta não costumam ser “esquecidas”. Caso isso aconteça, é importante investigar a razão.

10. Fadiga
As crianças são cheias de energia. Logo, letargia e cansaço súbitos não são comportamentos naturais delas. Um especialista pode diagnosticar se a causa é física ou emocional.

Fonte: ebc

sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

Crianças com perda auditiva estão entre as principais vítimas de bullying

De acordo com o Censo de Educação Básica, entre 2011 e 2016, houve redução de 23% no universo de estudantes surdos no país

olhardosul.com.br

Crianças com perda auditiva estão entre as principais vítimas de bullying

Bullying: ação capaz de ferir física e psicologicamente crianças e jovens mundo afora, vítimas de chacotas e humilhações. É o que sofre muitos alunos deficientes auditivos, que usam ou não aparelhos auditivos e que, por isso, acabam desenvolvendo problemas de autoestima e de socialização; além de dificuldades no aprendizado e no desenvolvimento cognitivo. De acordo com o Censo de Educação Básica, divulgado pelo Inep (instituto de pesquisas ligado ao Ministério da Educação), entre 2011 e 2016, houve uma redução de 23% no universo de estudantes surdos no país. Um dos motivos pode ser a fuga da escola, por conta de bullying ou falta de apoio no aprendizado. Dados da Organização Mundial de Saúde apontam que aproximadamente 32 milhões de crianças, no mundo inteiro, têm algum tipo de deficiência auditiva.

O primeiro passo, fundamental, é tratar a deficiência auditiva do aluno o mais rápido possível. Quanto mais cedo, melhor. Bebês que não têm tratamento, por exemplo, mesmo com perda auditiva leve ou moderada, apresentam mais dificuldades para aprender a falar e, mais tarde, terão prejuízos em seu desempenho escolar. Exames como o PEATE (Potencial Evocado Auditivo de Tronco Encefálico) e o EOA (Emissão Otoacústica) podem detectar o grau de perda auditiva, servindo como ponto de partida para que o médico otorrinolaringologista indique o tratamento mais adequado para cada caso. Uma das indicações para suprir o déficit de audição é o uso de aparelhos auditivos desenvolvidos especialmente para os pequenos.

“A audição tem papel vital no desenvolvimento da linguagem e da fala, importantes na comunicação e na interação social da criança. A perda auditiva, se não for tratada, pode acarretar uma série de limitações: timidez, retraimento, problemas de aprendizado, de relacionamento, o que provoca, muitas vezes, o bullying, que agrava a situação. Por esse motivo, na Telex, bebês, crianças e adolescentes têm uma atenção especial para que possam alcançar seu pleno potencial”, afirma a fonoaudióloga Marcella Vidal, gerente de Produtos Pediátricos da Telex Soluções Auditivas.

O segundo passo para ajudar a criança com deficiência auditiva deve ser dado pela família, que precisa estimular a autoestima da criança, para que ela se sinta segura ao transitar nos diversos núcleos sociais, inclusive junto aos coleguinhas na escola. Uma criança segura não se deixa abater pela ‘zoação’ das outras. O indicado é não esconder ou disfarçar os aparelhos auditivos, nem mesmo o implante coclear, atrás da orelha. Desse modo, os pais sinalizam que a deficiência não é motivo de vergonha. A aceitação deve começar dentro de casa. Hoje, já é possível encontrar no mercado aparelhos auditivos discretos, com design modernos, personalizados, coloridos e, para as crianças, existem até mesmo próteses com estampas de super-heróis, bem divertidas, que ajudam a dar autoconfiança.

Diretores e professores da escola também devem ficar atentos a qualquer sinal de discriminação contra crianças deficientes auditivas, a fim de agir logo, tomando medidas que evitem consequências mais graves. Uma dessas ações deve ser a de promover uma abordagem lúdica, em sala de aula, de temas que abordam as diferenças, mostrando os vários tipos de deficiência e enfatizando, principalmente, o respeito que todas as crianças devem ter entre si.

Para orientar os pais e professores nessa jornada, a Telex desenvolveu o programa infanto-juvenil ‘Cuidado Auditivo Amigo da Criança’, como conta a fonoaudióloga, que é especialista em audiologia. “Por meio desse programa, a família recebe todo o apoio necessário, com atendimento pediátrico diferenciado, orientações e acompanhamento do tratamento, além de oferecer soluções auditivas pediátricas desenvolvidas especialmente para cada criança. E tudo isso, obviamente, com suporte médico especializado”, explica Vidal.

Em sala de aula, para que o aluno deficiente auditivo possa assimilar melhor o conteúdo ensinado, a Telex oferece também o ‘Sistema FM Amigo’, que permite a comunicação direta entre professores e crianças com déficit de audição. O equipamento é composto por um microfone transmissor e um receptor. O professor usa o microfone acoplado à roupa e sua voz é transmitida diretamente para o receptor que está no aparelho auditivo do aluno. O sistema ajuda a suprimir os efeitos negativos de distância, reverberação ou ruído de fundo, e mantém o som da fala do professor original, alto e claro, possibilitando um aprendizado natural para esse aluno.

Assessoria de imprensa da Telex Soluções Auditivas
Ex-Libris Comunicação Integrada
Cristina Freitas (21) 99431-0001 – cristina@libris.com.br
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